BRASIL JÚNIOR
Em 1995, as primeiras Federações começaram a ser formadas, como foi o caso de Minas Gerias, com a FEJEMG. A partir de 1997, começaram as movimentações para a formação de uma confederação, mas foram todas frustradas até a criação da Rede Brasil Júnior em 2001, que desembocou na Confederação Nacional de Empresas Juniores – Brasil Júnior, e, 2003, que foi fundada durante o XI Encontro Nacional, em Salvador.
Em 2006, surgiram demandas de fechamento da Brasil Júnior e, devido a isso, a Confederação passou por uma grande reestruturação: (1) diminuiu-se o número de cargos da Diretoria Executiva e (2) foi elaborado um planejamento estratégico com horizonte de nove anos. Tal horizonte é dividido em três ciclos estratégico: Gestão, MEJ e Sociedade que são desdobrados em início, amadurecimento e consolidação, sobrepondo-se um ao outro. O ano de 2011 marca a consolidação da Gestão, o amadurecimento do MEJ e o início do ciclo Sociedade.
Foram estabelecidas também as cinco funções da Brasil Júnior: fomento e orientação, suporte, integração e alinhamento, regulamentação e representação; e as metas compartilhadas da Confederação e das Federações.
Um dos projetos da Confederação que tem mais vínculo com a Strategos – Empresa Jr. de Consultoria Política é a Coordenadoria de Relações Institucionais, vinculada à Presidência e iniciada com a criação da Coordenadoria de Relações Governamentais, em 2007. Tal coordenadoria tinha vínculo direto com a Strategos, liderada pelo Presidente Institucional da empresa, que à época era Max Stabile. Em 2008 a coordenação passou para André Jácomo que começou a disseminar os trabalhos pelo Núcleo de Assessoramento (que ainda existia). Em 2009 a Brasil Júnior decidiu transformar tal Coordenadoria em Relações Institucionais, trabalhando não só com Governo, mas com todos os stakeholders que não entravam no escopo da Coordenadoria de Negócios. Assim, sob a coordenação de Carlos Nepomuceno, foi formada uma equipe específica para o trabalho, constituída por: Marina Rosa (assessora para o Poder Executivo); Rodrigo Dias (assessor para Entidades Representativas), Célia Machado (assessora para o Poder Legislativo), Lucas Neves (assessor para Instituições de Ensino Superior) e Rodrigo Ramalho (assessor para Conselhos Profissionais). 2010 foi o ano em que, para tornar o processo mais justo, a Confederação decidiu abrir seu Processo Seletivo para a coordenadoria também, fazendo como único requisito a moradia do Coordenador em Brasília, para facilitar os trabalhos de Relações Governamentais. Por isso, a equipe de Relações Institucionais passou a ser composta por Rodrigo Ramalho (coordenador) e Jaqueline Buckstegge (até o mês de maio).
Até o final da Gestão 2010 da coordenadoria eram listados como principais realizações:
• Interlocução com o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia para estabelecer entendimento uniformizado em relação ao conceito de empresa júnior para o Sistema CONFEA/CREAs e fomentar parcerias entre os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e as Federações;
• Interlocução com o Conselho Federal de Administração para estabelecer entendimento uniformizado em relação ao conceito de empresa júnior para o Sistema CFA/CRAs e fomentar parcerias entre os Conselhos Regionais de Administração e as Federações;
• Discussão no âmbito do Senado Federal, com suporte do senador Cristovam Buarque (PDT/DF), para regulamentar o conceito de empresa júnior por meio de legislação ordinária;
• Emendamento do projeto do Estatuto da Juventude (PL 4529/2004) para incluir empreendedorismo como uma das diretrizes que devem guiar o Poder Público na elaboração de políticas públicas de trabalho para a juventude, especialmente nas que tangem as organizações coletivas para o trabalho, como as empresas juniores;
• Emendamento do PLC 297/2004, que reconhece atividades voluntárias desempenhadas por estudantes de graduação como de efetivo estágio, de modo a ampliar o escopo do projeto e contemplar atividades como as dos empresários juniores;
• Inclusão do objetivo de expandir o número de empresas juniores no Brasil no Plano Nacional de Juventude (PL 4530/2004);
• Participação da Brasil Júnior em sua primeira audiência pública na Câmara dos Deputados em 2007 para discutir a criação de disciplina de empreendedorismo nos currículos escolares;
• Realização de primeira audiência formal entre a Brasil Júnior e o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Ensino Superior, em 2007.
No ano de 2010, também, grande reconhecimento foi concedido à Strategos pela eleição de Carlos Nepomuceno, ex-presidente institucional da empresa para o cargo de Diretor Presidente da Confederação.
No que concernem os eventos do Movimento Empresa Júnior, a Strategos esteve presente em quatro Encontros Nacionais consecutivos (ENEJ-SP, ENEJK-DF [onde apresentamos painel sobre Pesquisa de Opinião Parlamentar], ENEJ BH-MG e ENEJ-BA [onde apresentamos case sobre Fortalecimento Institucional e levadas canecas da empresa para distribuir para os respectivos participantes da apresentação]) e até metade de 2010, um evento regional (EMEJ 2008). A partir desta data, como parte de nossa aproximação do Movimento e política de benefícios, a equipe 2010-2011 finalizará sua gestão tendo participado de quatro eventos regionais, com pelo menos quatro membros enviados pela empresa em cada um deles (EFEJ 2010, EFEJ 2011, EMEJ 2011 e EPEJ 2011).
Saiba mais através de:
Site: www.brasiljunior.org.br
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